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Há muito tempo eu não via um Grêmio tão aguerrido como este de Enderson Moreira. É um Grêmio que não se entrega, sem medo e sobre tudo, com vontade de ganhar, que vem me orgulhando como há tempos não fazia.

Rhodolfo empata o jogo aos 47' do segundo tempo e cala o caldeirão da torcida do Newell's Old Boys.

O Grêmio fez uma partida impecável contra o Newell's Old Boys, dominou o jogo e tentou ser protagonista o tempo todo, nem parecia que eramos os visitantes. Dudu deu o que faltava no meio campo gremista, velocidade. Ninguém sentiu falta de Zé Roberto, o que é bom demais para ser verdade. Agora só falta tirar o Pará do time e improvisar o Ramiro na lateral direita. Sim, Ramiro faria muito bem o papel de lateral, pois tem bom passe e sabe cruzar, coisa que o Pará não sabe.
Com isso sobraria um lugar a mais no meio campo, que poderia ser ocupado por Alán Ruiz, que como Dudu, pede passagem neste time de Enderson.

Marcelo Grohe mais uma vez estava inspiradíssimo, fazendo defesas milagrosas. Mas a partida não permitia erros, e infelizmente em um vacilo do Pará, que não afastou quando a bola sobrou nos seus pés, fomos punidos com um gol, o primeiro de Grohe na competição, o que não ofusca a grande atuação do camisa 1 do Grêmio na partida, digna de aplausos.
O que mais me surpreendeu foi o fato de mesmo levando o gol no melhor momento do time na partida e com toda a pressão da torcida do NOB, o Grêmio não se intimidou, muito pelo contrário, continuou pressionando. E alá Grêmio dos anos 90 que quando precisava daquele golzinho ia lá e fazia, nos acréscimos, Rhodolfo empatou a partida aos 47 do segundo tempo, depois de um cruzamento perfeito de Barcos, que saiu da área para servir o zagueiro que calou a torcida do NOB que só havia se soltado após o gol. Antes disso, apreensiva, alentava em ponto morto. O Grêmio, senhores, está se fazendo respeitar.

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