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Gremista bata palmas para o Grêmio. Foto: Wesley Santos/Pressdigital
O Grêmio começou na mesma época em que o futebol engatinhava em todo o Brasil. Logo depois erguemos a Baixada que foi nosso primeiro Estádio. Hoje estamos no terceiro, a Arena.

Recém inauguramos a nossa nova casa, até o início deste ano ainda utilizávamos o Olímpico Monumental. Foi lá que vivemos os melhores momentos destes 110 anos completos no último 15 de setembro.

Na Azenha um garoto chamado Ronaldo surgiu e despontou como um dos mais habilidosos da história. Tornou-se duas vezes melhor do mundo, mas poucos títulos ganhou aqui.

Conquistou fama mundial sob a alcunha de Ronaldinho Gaúcho. Porém fez algumas escolhas que não foram aprovadas pela torcida gremista. Entretanto nunca negou que continua torcendo pelo time que agora tem sede no bairro Humaitá.

Ronaldinho enfrentou o Grêmio seis vezes, venceu quatro, empatou uma e perdeu outra. Duas destas vitórias foram nas casas gremistas. No Olímpico e na Arena. O que ganhamos com este sentimento contrário?

A Arena tem que ser um lugar para aplaudir. Sim, pois cada torcedor do Imortal tem que se sentir em casa e bater palmas para o Tricolor. O que o jogador gremista pensa quando a vaia ao Ronaldo é maior que o apoio àquele que veste nossas cores?

Primeiro quero nosso time campeão, nem que para isso Ronaldinho tenha que voltar aqui. Ele tem o meu perdão, quem tem opinião contrária tudo bem. Apenas torça primeiro para o Grêmio, não quero esperar mais 12 anos.

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